Arte escolar e profanação

reflexões sobre branquitude e responsabilidade ética

Autores

DOI:

https://doi.org/10.29327/253484.1.42-8

Palavras-chave:

Arte escolar, Profanação, Descolonização

Resumo

O artigo enfrenta a questão: a arte na escola pode oferecer as oportunidades para a superação da branquitude acrítica, colonizada e eurocêntrica, como epistemologia única? Parte da exposição “Histórias Afro-Atlânticas” e de bibliografias que refletem sobre profanação, transgressão, descolonialidade e o escolar. Está organizado em três partes. Na primeira discute os conceitos de branquitude acrítica e crítica e o eurocentrismo. Na segunda discute as potencialidades profanatórias da arte. Na terceira, reflete sobre as possibilidades da arte escolar como convite à profanação e experienciação de formas mais éticas e responsáveis de relação com o outro em um país estruturalmente racista.   

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Biografia do Autor

  • Bruno Antonio Picoli, Universidade Federal da Fronteira Sul

    Doutor em Educação (PUCRS) e professor do PPGE-UFFS. Colíder do Grupo de Pesquisa em Educação, Violência e Democracia (GRUPEVD). E-mail: bruno.picoli@uffs.edu.br

  • Renilda Vicenzi, Universidade Federal da Fronteira Sul

    Doutora em História (UNISINOS) e professora do PPGE/UFFS. Colíder do Grupo de Pesquisa em Educação, Violência e Democracia (GRUPEVD). E-mail: renilda.vicenzi@uffs.edu.br

  • Alexssandro Schappo, Universidade Federal da Fronteira Sul

    Graduado em Artes e mestrando do PPGE-UFFS. Membro do Grupo de Pesquisa em Educação, Violência e Democracia (GRUPEVD). E-mail: aleschappo@gmail.com

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Publicado

15-08-2023

Como Citar

PICOLI, Bruno Antonio; VICENZI, Renilda; SCHAPPO, Alexssandro. Arte escolar e profanação: reflexões sobre branquitude e responsabilidade ética. Fronteiras: Revista Catarinense de História, Brasil, n. 42, p. 131–149, 2023. DOI: 10.29327/253484.1.42-8. Disponível em: https://periodicos.uffs.edu.br/index.php/FRCH/article/view/13638. Acesso em: 4 abr. 2025.