ESPAÇOS PÚBLICOS E O DIREITO À CIDADE: CONTRIBUIÇÕES TEÓRICO-CONCEITUAIS A PARTIR DE ESTUDOS SOBRE O USO DE PARQUES URBANOS EM CONTEXTOS DE SEGREGAÇÃO ESPACIAL NAS CIDADES DE SÃO PAULO E SOROCABA
Resumo
O uso dos espaços públicos, no contexto do processo de industrialização-urbanização, historicamente se insere no centro do debate acerca das possibilidades, potencialidades e desafios das práticas socioespaciais que apontam para os sentidos do direito à cidade. Por um lado, estes espaços dão visibilidade à sociabilidade que revela quão complexa é a vida cotidiana nos centros urbanos, ao mesmo tempo em que desvela os limites e desafios das políticas públicas que melhor correspondam aos anseios da população, sobretudo para os segmentos populares inseridos no urbano periférico, em contextos de segregação espacial. A partir da análise de um conjunto de práticas sociais instauradas em parques urbanos, em estudos realizados na metrópole de São Paulo e na cidade de Sorocaba, foram tecidas considerações sobre os sentidos do direito à cidade.
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