No século XVIII, uma encruzilhada de povos:

os indígenas na formação da capitania de Mato Grosso

  • Gilian Evaristo França Silva História no Instituto Federal Catarinense – IFC

Resumo

O objetivo deste artigo é analisar a relação dos povos indígenas com a formação da capitania de Mato Grosso, no século XVIII, para a compreensão da dinâmica demográfica dessa espacialidade. Esses grupos étnicos ocuparam densamente a porção central da América do Sul, área na qual se constituiu a capitania mato-grossense, abarcando os atuais Estados de Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Com o avanço bandeirante paulista e lusitano, vários conflitos ocorreram pela posse dessas terras situadas à Oeste da América portuguesa, levando a um movimento de extermínio e de assimilação dos povos indígenas à população da capitania. A partir da análise da documentação coletada, verificou-se que sua participação, juntamente com a de grupos étnicos africanos, compôs a maior parte da população mato-grossense nos anos setecentos.
Palavras chave: Povos indígenas; população; capitania de Mato Grosso

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Gilian Evaristo França Silva, História no Instituto Federal Catarinense – IFC
Doutor em História pela Universidade Federal do Paraná – UFPR. Professor de História no Instituto Federal Catarinense – IFC / Campus Abelardo Luz.
Publicado
22-10-2018
Como Citar
SILVA, Gilian Evaristo França. No século XVIII, uma encruzilhada de povos:. Fronteiras: Revista Catarinense de História, [S.l.], n. 31, p. 86-103, out. 2018. ISSN 2238-9717. Disponível em: <https://periodicos.uffs.edu.br/index.php/FRCH/article/view/10563>. Acesso em: 19 nov. 2018.