A proibição dos celulares em sala de aula: uma análise baseada na percepção dos estudantes

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36661/2595-4520.2026v9n3.15659

Palavras-chave:

Celulares, Ensino de Ciências, PIBID, Questionários

Resumo

A Lei nº 15.100/2025 regulamenta o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais, incluindo telefones celulares, por estudantes nas instituições de ensino da educação básica tanto públicas quanto privadas do território nacional. Neste trabalho objetivou-se compreender as percepções dos estudantes (Ensino Fundamental e Médio) de uma escola pública do Sudoeste do Paraná sobre a restrição do emprego de celulares no ambiente escolar. Para tal, utilizou-se um questionário composto por quatro questões e analisado de maneira quali-quantitativamente. Participaram da pesquisa 33 estudantes e, a partir dos dados, foi possível perceber a necessidade de um maior esclarecimento sobre os limites da utilização do celular na escola. Alguns estudantes apoiam-se na perspectiva pedagógica para justificar a presença indiscriminada do aparelho nas salas de aula, no entanto não refletem sobre os malefícios trazidos para a saúde física, emocional e para o aprendizado.

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Biografia do Autor

  • Laura Martins, Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS

    Acadêmica do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas na Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS/Campus Realeza/PR.

  • Isadora Fischer Cerioli, Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS

    Acadêmica do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas na Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS/Campus Realeza/PR.

  • Jayne Martins Lopes, Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS

    Acadêmica do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas na Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS/Campus Realeza/PR.

  • Aline Portella Biscaino, Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, Brasil

    Licenciada em Física (2009) e mestre em Educação em Ciências e em Matemática pela Universidade Federal do Paraná (2012). Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica pela Universidade Federal de Santa Catarina (2020). Atuou na Educação Básica paranaense e desde 2014, faz parte do corpo docente da Universidade Federal da Fronteira Sul - campus Realeza. Atuou como Coordenadora adjunta de Extensão no Campus Realeza, Coordenadora do Curso de Física - Licenciatura de 2021 a 2023 e atualmente é Coordenadora de Estágios no âmbito do curso. Vice líder do Grupo de Estudo e Pesquisa EPISTEFLECK. Tem estudado, principalmente, os seguintes temas: Saberes Docentes, Alfabetização Científica e Tecnológica, Transdisciplinaridade e Epistemologia fleckiana.

  • Viviane Arrigo, Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, Brasil

    Doutora em Ensino de Ciências/Química pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Educação Matemática da Universidade Estadual de Londrina - PECEM-UEL - (2021). Mestra em Ensino de Ciências/Química pelo mesmo programa e instituição (2015). Especialista em Educação do Campo pelo Instituto de Estudos Avançados e Pós-Graduação - ESAP - (2012). Graduada em Química Industrial e Licenciatura pela Universidade Norte do Paraná - UNOPAR - (2011). Atuou como Docente Colaboradora do Departamento de Química da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Campus Londrina no período de 2013 a 2015. Atuou como Docente Colaboradora do Departamento de Química da Universidade Estadual de Londrina - UEL no período de 2015 a 2021. Atuou como Docente Colaboradora do Departamento de Química da Universidade Estadual de Maringá - UEM no período de 2021 a 2023. Atualmente é Docente do quadro efetivo de professores da Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS Realeza. É Docente no Programa de Mestrado Profissional em Química em Rede Nacional (PROFQUI). Atuou como orientadora do Programa Residência Pedagógica (RP) na área de Química (2018-2020). Atuou como Tutora Formadora do Programa de Formação Continuada para Profissionais da Educação Básica na perspectiva da Educação Integral em Tempo Integral nos anos de 2024 e 2025. Atua como orientadora de Estágio Supervisionado na formação de professores de Química. Atua como Coordenadora de Área Colaboradora no PIBID Interdisciplinar em Ciências da Natureza. Tem experiência no trabalho com alunos em formação inicial e na pesquisa em torno desta temática, em especial a importância da reflexão e o desenvolvimento do conhecimento pedagógico do conteúdo (PCK) na formação inicial de professores de Química.

  • Loizete Aparecida Maria Zabot , Secretaria de Educação do Estado do Paraná – SEED/PR

    Licenciada em Ciências/Química pela Universidade de Palmas - PR, formada em 1998. Possui pós-graduação em Química Experimental e Química Ambiental pela UTFPR, concluída em 2002, e pós-graduação em Educação no Campo, concluída em 2010. Concluiu o PDE – Programa de Desenvolvimento Educacional do Paraná em 2014, pela UNIOESTE.  Professora concursada pelo Estado do Paraná nas áreas de Ciências/Química para o Ensino Médio e Ciências da Natureza para o Ensino Fundamental. Atua há mais de 30 anos na rede estadual de ensino do Paraná, com ampla experiência na área da educação. Atualmente exerce a função de supervisora do Projeto PIBID no Colégio Estadual 12 de Novembro.

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Publicado

01-07-2026

Como Citar

MARTINS, Laura; CERIOLI, Isadora Fischer; LOPES, Jayne Martins; BISCAINO, Aline Portella; ARRIGO, Viviane; ZABOT , Loizete Aparecida Maria. A proibição dos celulares em sala de aula: uma análise baseada na percepção dos estudantes. Revista Insignare Scientia - RIS, Brasil, v. 9, n. 3, p. 15659, 2026. DOI: 10.36661/2595-4520.2026v9n3.15659. Disponível em: https://periodicos.uffs.edu.br/index.php/RIS/article/view/15659. Acesso em: 6 jul. 2026.