Para pensar outros modos de pesquisar, aprender, experimentar e perguntar com/nas Ciências
DOI:
https://doi.org/10.36661/2595-4520.2026v9n3.15647Palavras-chave:
Educação, Cartografia, DocênciaResumo
Diversos estudos questionam as imagens proliferadas acerca do fazer científico, inclusive propondo práticas de ensino que perfuram estereótipos sobre o que é ciência. Porém, que movimentos nós, enquanto pesquisadoras nas/com as ciências temos praticado para produzir desvios dessa imagem em nossas próprias pesquisas? Como provocar outros olhares sobre a pesquisa e o processo de investigação? Como isso perpassa o ambiente escolar e nos atravessa enquanto professoras de Ciências e Biologia? Com a intenção de nos movimentar em torno dessas questões, construímos o presente texto a partir do encontro com três materiais: uma coletânea de definições feitas por crianças, um audiovisual e um livro escrito por artistas em diálogo com comunidades tradicionais. Materialidades que, apesar de não estarem lotadas na "casa das ciências”, provocaram-nos a pensar outros modos de composição com a pesquisa e a docência, de maneira a estabelecer relações de atenção e cocriação com o que nos atravessa.
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