Mapeamento e análise de espaços não formais com potencial para ensino de botânica no 2° ano de Ensino Médio em Brejo Santo, Ceará
DOI:
https://doi.org/10.36661/2595-4520.2026v9n1.14766Palavras-chave:
espaços não formais, botânica , ensino médioResumo
Espaços não formais de educação podem ser definidos como ambientes geográficos que oferecem condições para o desenvolvimento do ensino e da aprendizagem, gerando ações educativas. Este trabalho realizou o mapeamento e a análise de espaços não formais com potencial para o ensino de botânica no 2° ano do Ensino Médio, no município de Brejo Santo, Ceará. Inicialmente, foram conduzidas entrevistas informais com trilheiros locais para identificar áreas com vegetação. A seleção dos locais considerou critérios de proximidade e acessibilidade. Cinco localidades foram selecionadas e visitadas para registros fotográficos e avaliação do potencial educativo, com observação da diversidade vegetal existente. Os resultados mostraram que os espaços analisados apresentam potencial para o ensino de botânica, contemplando aspectos da morfologia, taxonomia e ecologia vegetal. A Praça Chico Leite e a Praça do Hospital Geral revelaram-se adequadas para o estudo da diversidade e classificação de plantas, enquanto o Horto Didático e o Complexo Pedra do Urubu se destacaram pela variedade de espécies nativas e exóticas. A Barragem dos Porcos mostrou-se propícia para discussões sobre ecologia e sustentabilidade, devido à presença de espécies aquáticas e epífitas. Os espaços não formais demonstram-se recursos pedagógicos relevantes para aproximar os estudantes da flora local e promover uma aprendizagem contextualizada.
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