O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso. Acesso em uma conta existente ou Registrar uma nova conta.

Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição é original e inédita, e não está sendo avaliada para publicação por outra revista;
  • URLs para as referências foram informadas quando possível, mas apenas em notas de final de texto.
  • O texto está em espaço 1,5 (um e meio); usa uma fonte de 12-pontos; emprega itálico em vez de sublinhado (exceto em endereços URL); as tabelas estão  no final do documento após as referências bibliográficas, em ordem de Tabelas. As Figuras estão submetidas em arquivos separados em formato jpeg ou tiff com resolução mínima de 300 dpi.
  • O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Diretrizes para Autores, na página Sobre a Revista.
  • Os autores indicam avaliadores em potencial, com email e afiliação profissional, que não sejam colegas ou co-autores de publicações anteriores (obrigatório).

Diretrizes para Autores

Revista Brasileira de Extensão Universitária                       ISSN 2358-0399

(versão atualizada em junho de 2020)

Escopo e objetivos

  1. A Revista Brasileira de Extensão Universitária é uma publicação quadrimestral do do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de Ensino Superior Brasileiras e editorada pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), cujo objetivo é possibilitar o intercâmbio de práticas, reflexões e resultados de ações de extensão desenvolvidas pelas Universidades, por meio de uma rede ampla e diversificada de atores e instituições sociais. A revista dará ênfase a artigos que sirvam como referência teórica ou empírica para a Extensão Universitária. Autopromoção de Instituições, Programas ou autores deve ser evitada.
  2. Por Extensão Universitária, entende-se basicamente trabalhos desenvolvidos com o envolvimento da comunidade não acadêmica. A revista não publica trabalhos de extensão universitária restritos ao ambiente acadêmico.
  3. Com vistas a alcançar um maior impacto, a revista espera que os artigos submetidos tenham ampla e qualificada revisão bibliográfica, apresentando as principais referências sobre trabalhos de extensão semelhantes e anteriores, e representem contribuições que agreguem conhecimento na área de Extensão Universitária. Pelo menos 25% das referências bibliográficas devem ser artigos em periódicos revisados por pares e dos últimos 5 anos.
  4. Artigos com natureza de pesquisa serão aceitos, desde que mostrem clara vinculação com a extensão universitária, e que apresentem ampla e qualificada revisão bibliográfica relacionada à extensão universitária, dentro do tema abordado. Em caso de trabalhos de pesquisa com Seres Humanos, apresentar aprovação do Comitê de Ética com seres humanos, se for o caso.
  5. A Revista Brasileira de Extensão Universitária não publica artigos com grande similaridade com publicações anteriores; o plágio e o autoplágio são veementemente condenados. Os autores devem certificar-se de que o conteúdo seja inédito e original. Isto vale inclusive para trabalhos completos publicados em eventos. Ideias previamente publicadas devem ser devidamente citadas de acordo com as normas.
  6. São aceitos trabalhos em fluxo contínuo nos idiomas português, espanhol e inglês. Os trabalhos encaminhados serão avaliados pelo Conselho Editorial e pelos consultores ad hoc, que deverão recomendar o aceite ou a rejeição do trabalho, e sugerir modificações.
  7. Em uma primeira etapa, o manuscrito submetido é avaliado pelo Comitê Editorial, que analisa a aderência ao escopo, a contribuição para a discussão da extensão universitária, a pertinência, qualidade, abrangência e atualidade das referências bibliográficas, a qualidade da redação, a adequação às normas, e a originalidade do artigo. Esta primeira análise pode ensejar rejeição, ou encaminhamento para a segunda etapa.
  8. A segunda etapa é realizada por meio de avaliação pelos pares – profissionais com experiência em Extensão Universitária e especialistas nas diferentes áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e trabalho. No processo de seleção, além dos critérios gerais para publicação, serão observados: prioridade do tema, consistência científica, originalidade, atualidade de informação e atendimento de normas éticas.

ATENÇÃO: É obrigatório que os autores indiquem nomes para atuar como avaliadores do artigo submetido, informando ao Editor o nome completo, instituição de afiliação e endereço eletrônico. Evitar nomes oriundos das mesmas instituições dos autores ou co-autores de trabalhos anteriores. Recomenda-se que os avaliadores indicados pelos autores tenham experiência em extensão universitária e/ou no campo de conhecimento do artigo a ser submetido, e que sejam doutores. Não selecionar a partir de avaliadores do nosso periódico.

As indicações poderão ser adotadas ou não, a critério do Comitê Editorial. O sistema de avaliação nesta etapa é duplamente cego.

  1. Os direitos autorais seguem a licença da Creative Commons Attribution 4.0, e os autores mantém os direitos autorais sobre o seu trabalho, permitindo, porém, prioridade de publicação para a Revista Brasileira de Extensão Universitária.
  2. O conteúdo dos trabalhos é de responsabilidade exclusiva dos respectivos autores, sendo os mesmos inéditos e não devem estar em avaliação por outro veículo de publicação.
  3. Admite-se um número máximo de oito autores; a participação de cada um deve ser explicitada em uma seção própria denominada ‘Contribuição de cada autor’, logo após Agradecimentos e antes de ‘Referências’ (ver modelo adiante). Um número maior de autores deverá ser justificado e será objeto da avaliação das submissões, podendo ensejar recusas.

Atenção: todos os autores devem ser cadastrados na submissão com endereços eletrônicos (email) válidos (etapa três da submissão eletrônica), do contrário a submissão será rejeitada e deverá ser refeita. Ao adicionar autores, inserir no cadastro eletrônico afiliação de cada um e informações relevantes no campo ‘Biografia’. Estas informações são apresentadas automaticamente na página do artigo após a publicação.

12. Seções da Revista:

- Editorial: matéria de responsabilidade do Conselho Editorial da Revista.

- Artigos: textos analíticos resultantes de estudos e revisões sobre temas relacionados à Extensão Universitária ou de experiências desenvolvidas nas áreas temáticas estabelecidas para a extensão universitária, conforme itens 1 a 3. Os artigos deverão ter no máximo 35.000 caracteres com espaços, incluindo as referências (sem incluir os anexos ou material suplementar).

- Opinião: opinião qualificada sobre tópicos específicos em Extensão Universitária (a convite dos editores). No máximo 25.000 caracteres com espaços.

- Entrevistas: matéria de responsabilidade do Conselho Editorial da Revista ou realizada por um entrevistador convidado.

- Resenhas: síntese ou análise crítica de obras relacionadas à Extensão Universitária, publicadas recentemente (no máximo 10.000 caracteres com espaços).

13. Os originais deverão ser submetidos à Secretaria da Revista exclusivamente pelo endereço eletrônico (https://periodicos.uffs.edu.br/index.php/RBEU), seguindo os parâmetros abaixo:

a) Fonte: Times New Roman tamanho 12, espaçamento 1,5 (um e meio);

b) Configurações das margens em 2,5 cm para direita, esquerda, inferior e superior, em formato A4;

c) Caixa alta apenas para as siglas e os títulos.

d) Subtítulos em minúsculas e itálico.

e) Não numerar seções e subseções, nem linhas.

f) Não utilizar tabulação em nenhum parágrafo do texto.

14. Quanto à estrutura, o trabalho deverá ter o seguinte formato:

Primeira página:

a) título do trabalho no idioma principal do texto;

O título deve refletir o conteúdo do trabalho sem ser excessivamente genérico ou prolixo. IMPORTANTE: Não usar siglas ou acrônimos no título, salvo acompanhadas pelo seu significado por extenso.

b) sugestão de título curto no idioma predominante (até 50 caracteres sem espaços);

c) resumo no idioma principal do texto, com até 250 palavras, que contenha aspectos chave do trabalho, objetivos, metodologia, seus resultados e implicações; não deve conter citações bibliográficas, mas pode conter nomes de autores utilizados como referências teórico-metodológicas, expressos por extenso, sem ano (exemplo: conforme aporte teórico de Paulo Freire y Lev Vygotsky…”);

d) palavras-chave (mínimo três e máximo cinco) no idioma principal do texto (não repetir palavras contidas no título);

Atenção: não incluir o nome dos autores e afiliação no arquivo principal, estas informações deverão constar em um arquivo adicional a ser submetido em paralelo ao manuscrito (ver item 20). Os autores deverão ter o cuidado de não se identificarem em outras seções do arquivo principal (texto do artigo), por exemplo, na seção ‘Contribuição de cada autor’, mantendo o sistema duplamente anônimo de avaliação.

Segunda página:

a) Título e resumo do trabalho em Inglês (Abstract), e keywords;

b) Textos em língua inglesa devem conter resumo ou resúmen em português ou espanhol.

ATENÇÃO: recomenda-se expressamente que os autores busquem auxílio profissional especializado para elaborar o abstract; meras traduções automáticas serão rejeitadas.

Terceira página e subsequentes

a) Texto propriamente dito; a critério dos autores, poderá ter subtítulos - Introdução, Métodos, Resultados (ou Relato de Experiência, ou equivalente), Discussão, Conclusões, etc. - em caixa alta e baixa, e sem numeração de ordem;

b) As seções acima poderão ser divididas em subseções, com subtítulos em itálico, sem numeração. A Seção de Agradecimentos deve constar logo antes do item Contribuição de cada Autor, e depois do texto.

c) Notas: devem ser marcadas com números sobrescritos no alto à direita da palavra, e colocadas no final do texto, sob o título Notas, antes das Referências, com fonte tamanho 10;

d) Referências, conforme especificado no item 24, adiante; todas as referências bibliográficas incluídas na lista de referências devem ser citadas ao longo do texto, e todas as citações bibliográficas constantes no texto devem ser incluídas na seção ‘Referências’. Pelo menos 25% das referências bibliográficas devem ser artigos em periódicos revisados por pares e dos últimos 5 anos.

 

Em síntese, as seções básicas de um artigo devem ser:

  • Introdução
  • Procedimentos metodológicos (ou outra denominação equivalente)
  • Resultados (ou Relato de Experiência, ou outra denominação alternativa)
  • Discussão
  • Agradecimentos
  • Contribuição de cada autor
  • Notas
  • Referências
  • Tabelas e Quadros

 

As principais orientações e expectativas para o conteúdo de cada seção acima estão contidas no Apêndice A destas Diretrizes. Este Apêndice contém orientações sobre como estruturar o texto.

 

 15. Os autores são estimulados a submeter, como Suplemento, elementos metodológicos como roteiros de entrevistas e questionários, que sejam importantes para compreender e avaliar o trabalho, e que serão publicados como arquivos suplementares, em separado do arquivo principal.

  1. Contribuição de cada autor – deverá seguir o formato (exemplo):

“Os autores A.A.A. e B.B.B. escreveram o texto final; C.C.C. contribuiu com as análises estatísticas; A.A.A. e D.D.D. planejaram o projeto, e D.D.D. atuou como coordenador e orientador dos bolsistas.”

Cuidado para manter o anonimato dos autores neste item.

A autoria (e co-autoria) deve estar baseada somente em contribuições intelectuais substanciais na (A) concepção, planejamento, análise ou interpretação dos dados, (B) redação do artigo ou sua revisão intelectual crítica, (C) responsabilidade pela aprovação final para publicação. Todas as condições (A, B e C) devem ser cumpridas (Fernandes et al. Rev. HCPA 2008; v. 28, n. 1, p. 26-32, 2008).

Ter participado do projeto como bolsista ou voluntário não implica necessariamente em contribuição intelectual substancial na geração de produtos intelectuais derivados, tais como artigos.

Contribuições menores tais como redação de Abstract, revisão de texto, sugestão de referências bibliográficas ou revisão crítica do texto final devem ser citadas na seção ‘Agradecimentos’.

  1. Espera-se, especialmente em Resultados e Discussão, uma descrição crítica da experiência ou investigação, trazendo inclusive aspectos negativos, dificuldades ou limitações da metodologia empregada, ou da realidade enfrentada. A Revista Brasileira de Extensão Universitária é um fórum destinado a contribuir para aperfeiçoar a prática da Extensão Universitária. Uma simples descrição enaltecedora da experiência é aquém da expectativa da Revista.
  2. Quanto ao texto, exige-se:

a) correção do português, do inglês ou do espanhol; os editores recomendam expressamente a busca de auxílio profissional especializado neste sentido. Inadequações promoverão recusas.

A RBEU se reserva o direito de efetuar nos manuscritos aprovados, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua, respeitando, porém, o estilo dos autores, antes da publicação. Não obstante, a forma final destinada à publicação passa pela aprovação dos autores (revisão de provas).

b) não utilizar notas de rodapé (apenas notas de final de texto).

19. O arquivo principal (texto) deve ser enviado em formato editor de texto, .doc, .docx, odt ou formatos compatíveis.

20. Um arquivo adicional com o título do artigo, o nome dos autores em ordem direta,  as respectivas afiliações, e o registro ORCID (este último opcional), deverá ser preparado e submetido juntamente com o manuscrito (arquivo principal) na categoria identificada como ‘Identificação dos Autores e Afiliação’, no processo de submissão. Este arquivo não será enviado para os pareceristas, mantendo o sistema duplamente anônimo de avaliação.

21. As ilustrações (mapas, gráficos e fotografias) devem seguir em arquivo(s) anexo(s), inseridas no passo 4 do processo de submissão (documentos suplementares) e identificados com as iniciais (apenas) do autor principal (para garantir a avaliação anônima) e numeradas (1,2,3, ...), obedecendo às seguintes normas:

Figuras (Mapas, Gráficos e Fotografias): com a extensão jpg ou tif e resolução mínima de 300 ppi, em cores ou monocromáticos (tons de cinza) com escala gráfica indicando com clareza hachuras e cores, coordenadas gráficas e orientação, se for o caso. Deverão ser denominadas Figuras e numeradas sequencialmente com algarismos arábicos (Figura 1, Figura 2, etc.).

Não enviar imagens embebidas em arquivo de editor de texto; em caso de múltiplas imagens compondo uma única figura, os autores devem oferecer a estampa da figura unificada em arquivo jpg ou tif.

O título, legendas e fonte (autoria, se for o caso) devem ser incorporados ao texto principal na ordem de sua numeração, sem as figuras propriamente ditas.

As Figuras poderão também ser apresentadas diretamente dentro do arquivo principal logo acima das respectivas legendas, desde que não torne o arquivo muito pesado (mais de 2 Mb).

IMPORTANTE: A legenda deve ser suficientemente informativa para que o leitor não precise retornar ao texto para sua perfeita compreensão.

As figuras devem obrigatoriamente ser citadas ao longo do texto principal.

Em caso de reprodução de imagens ou figuras de outras fontes, o autor deverá apresentar autorização do detentor dos direitos autorais.

ATENÇÃO: são aceitas até cinco figuras. Incluir somente figuras que contribuem para ilustrar aspectos importantes da metodologia ou dos resultados do trabalho.

No caso de figuras compostas a partir de planilhas eletrônicas, a editoria da revista poderá solicitar os dados originais na respectiva planilha, para obter uma qualidade de diagramação superior, se for necessário.

  1. Tabelas e quadros: devem ser incluídos no final do texto, após as Referências, sob a denominação “Tabela” ou “Quadro’, numerados sequencialmente com algarismos arábicos, com largura mínima de 8 cm (largura ideal 12-15 cm), com título posicionado acima e fonte ou autoria (se for o caso) posicionada abaixo. Devem ser, obrigatoriamente, citados no corpo do texto, na ordem de sua numeração.
  2. Figuras e tabelas não devem apresentar sobreposição de conteúdo.

 

24. Forma de citação das referências no texto e na lista de referências:

A partir do volume 11 (2020) a revista deverá adotar o sistema APA (American Psychological Association) de citações e referências, adaptado.

 a) nas citações do texto:

Um autor:

.... (Rocha, 2003)...

Ou

... (Rocha, 2003; Calderón, 2011)...

 

Dois autores:

... (Rocha & Falcão, 2006; Ramos & Moraes, 2009)

 

Três ou mais autores:

(Souza et al. 2003; Benetti et al., 2015).

Ou como parte do texto:

...segundo Souza et al. (2003), Rocha e Falcão (2006), e Benetti et al. (2015).

 Atenção: não usar itálico para a expressão ‘et al.’

 

 b) Na lista de referências, citar teses, dissertações e trabalhos em eventos apenas em caso de extrema relevância.

Além disso, espera-se que a revisão bibliográfica inclua especialmente outros trabalhos de Extensão Universitária, especialmente com temáticas similares.

 c) Não serão aceitas referências cruzadas (apud).

d) Não citar endereços eletrônicos ao longo do texto, nem mesmo na legenda de Figuras ou Tabelas. Usar notas de fim de texto para isto, ou referência bibliográfica completa, na lista de referências.

e) A lista referências ao fim do artigo devem seguir os modelos abaixo:

- Livros:

Nogueira, M. D. P. (2000). Extensão Universitária: Diretrizes conceituais e políticas: Documentos básicos do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras. Belo Horizonte: UFMG/PROEX.

Sousa, A. L. L. (2010). A história da extensão universitária (2. ed.). Campinas: Alínea.

 

- Capítulos ou parte de uma obra:

Calderón, A. I. (2011). Extensão universitária: Revisitando conceitos e práticas institucionais. In A. I. Calderón, S. R. M. Santos, & D. F. Sarmento (Eds.), Extensão universitária: Uma questão em aberto. (pp. 23-38). São Paulo: Xamã.

Thiollent, M. A. (2000). Metodologia participativa e sua aplicação em projetos de extensão universitária. In M. A. Thiollent, T. Araujo Filho, & R. L. S. Soares (Eds.), Metodologia e experiências em projetos de extensão. (pp. 19-28). Niterói, RJ: EDUFF.

 

- Artigos em revistas:

Benetti, P., Sousa, A. I., & Souza, M. H. (2015). Creditação da extensão universitária nos cursos de graduação: Relato de experiência. Revista Brasileira de Extensão Universitária, 6(1), 25-32.

Rocha, V. X. M., & Falcão, E. F. (2006). Instrumento metodológico para articulações iniciais do estágio nacional de extensão em comunidades (ENEC)/ vivências e estágios em educação popular em saúde da UFPB (VEPOP) e início de abordagem de trabalho junto com as comunidades. Revista Brasileira de Extensão Universitária, 4(2), 19-25.

Rogers, B., Mason, K., & Cornelius, J. (2001). Involving undergraduate students as Extension program interns. Journal of Extension, 39(5), 5IAW4.

- Artigos com mais de sete autores:

Bichara, I. M., Vilar, L. G., Zadra, P. F., Nalon, J. V. L., Junior, M. A. A., Enes, T. B., ... & Baldoni, A. O. (2019). Educação e medidas não farmacológicas que promovam uma boa qualidade do sono: Uma necessidade emergente para os idosos. Revista Brasileira de Extensão Universitária10(1), 35-42.

 

ATENÇÃO: o nome dos periódicos deve estar por extenso, nunca abreviado.

 

- Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico:

Ramos, M. G., & Moraes, R. (2009). A importância da fala na aprendizagem: Os diálogos na reconstrução do conhecimento em aulas de ciências. Anais do ENPEC–Encontro Nacional de Pesquisa em Ensino de Ciências, Florianópolis, 7. Belo Horizonte: UFMG. Recuperado de http:// posgrad.fae.ufmg.br/posgrad/viienpec/pdfs/758.pdf

 

- Trabalho apresentado em evento em meio impresso:

Rowling, L. (1993). Schools and grief: How does Australia compare to the United States. In Wandarna coowar: Hidden grief. Proceedings of the National Conference of the National Association for Loss and Grief (Australia), Yeppoon, Queensland, 8. (pp. 196-201). Turramurra, NSW: National Association for Loss and Grief.

 

- Dissertação/Tese:

Bitencourt, J. V. de O. V. (2017). Construindo uma proposta de referencial teórico metodológico para o ensino do cuidado/processo de enfermagem em um curso de graduação em enfermagem (Tese de doutorado). Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, Brasil. Recuperado de https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/188752

Santos, A. P. F. dos (2017). Curricularização da extensão: Projeto Comunitário nos cursos de Graduação do Centro Universitário - Católica de Santa Catarina em Jaraguá do Sul (Dissertação de mestrado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, Brasil. Recuperado de https://tede2.pucsp.br/handle/handle/20639

Silva, D. D. da (2018). Extensão universitária: Integração acadêmica e social através de ações interdisciplinares das ciências agrárias (Trabalho de conclusão de curso de graduação) Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, Brasil.  Recuperado de http://repository.ufrpe.br/bitstream/123456789/935/1/tcc_eso_danieldiasdasilva.pdf

 

- Documento em formato eletrônico:

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (s.d.). Cidades. Recuperado de https://cidades.ibge.gov.br/

- Leis ou normas

Ministério do Meio Ambiente (MMA). (2008). Instrução Normativa n. 6, de 23 de setembro de 2008. Diário Oficial da União, s. 1, p. 75-83.

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). (2014). Resolução CEG Nº 04/2014. Rio de Janeiro: UFRJ. Recuperado de https://xn--graduao2wa9a.ufrj.br/images/stories/_pr1/CEG/Resolucoes/CEG2014_04.pdf

 

ATENÇÃO: não há a necessidade de citação de fontes para normas ou leis amplamente conhecidas. Exemplos: Constituição Federal Brasileira, Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Código Florestal Brasileiro. Citar apenas o nome da lei e data no texto.

Exemplos de referência no texto:

.... segundo a Lei Federal de Diretrizes e Bases da Educação (Lei Federal 9.394, de 20 de dezembro de 1996).

ou

.... conforme a Lei Federal n. 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Código de Defesa do Consumidor). 

 

Recomendação:

Indicar endereços eletrônicos consistentes e que remetam ao documento específico, e não endereços genéricos.

 

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APÊNDICE A

Recomendações quanto à estrutura dos manuscritos submetidos à Revista Brasileira de Extensão Universitária (RBEU) e o conteúdo das seções.

Título

Deve refletir com precisão o conteúdo do trabalho, sem ser prolixo. Evitar títulos muito genéricos. Expressões como “Importância da extensão universitária para...” ou “Relato de experiência sobre uma ação de extensão universitária na temática de...”, ou ainda “Reflexões a partir de um projeto de extensão universitária ...” são exemplos de prolixidade e de falta de precisão, e devem ser evitados.  

Resumo

Deve conter aspectos chave do trabalho, objetivos, metodologia, seus resultados e implicações; não deve conter citações bibliográficas, mas pode conter nomes de autores utilizados como referências teórico-metodológicas, expressos por extenso, sem ano (exemplo: “conforme aportes teóricos de Paulo Freire e Lev Vygotsky…”). O Resumo deve dar destaque aos Resultados, às principais percepções dos autores quanto à sua experiência extensionista, seus impactos, implicações e observações metodológicas. Resumos sem resultados serão recusados, e poderão ensejar recusa do trabalho como um todo.

Recomendação: o Resumo deve ser atraente, de modo a convencer o leitor de que vale a pena ler o trabalho inteiro. É preciso destacar que a produção acadêmica mundial cresce de forma exponencial, e boa parte do que é publicado é pouco ou não lida, tendo vista de que isto se torna mais e mais humanamente impossível (pelo menos do ponto de vista de indivíduos). Além do Título, o Resumo é o principal instrumento de divulgação do trabalho através dos mecanismos de busca e bases bibliográficas, e o primeiro contato do leitor com o conteúdo. 

Verificar se o Resumo complementa e explica o título adequadamente, pois esta é uma de suas funções.

Introdução

A Introdução deve apresentar o tema central do trabalho ou ação extensionista, contendo referências bibliográficas atualizadas. Ainda, deve justificar, de maneira teórica e metodológica, a abordagem extensionista realizada.

Como atividade acadêmica de caráter educativo, dialógico e transformador, a extensão universitária deve ter base metodológica apropriada. Recomenda-se trazer à baila referências bibliográficas com abordagens similares, enquanto ações educativas e/ou extensionistas.

A sequência do texto deve partir do geral, com análise do contexto e da problemática motivadora, para o específico, incluindo aspectos científicos e metodológicos que conduziram e orientaram a ação desenvolvida, uma breve descrição do contexto local e regional, e objetivos do artigo (que não necessariamente são os objetivos do projeto ou da ação extensionista).

Metodologia

Descreve os procedimentos realizados detalhadamente. Em caso de procedimentos de avaliação quali ou quantitativa, entrevistas estruturadas ou semi-estruturadas, instrumentos censitários, ou similares, recomenda-se que os instrumentos ou roteiros sejam adicionados à submissão como Suplemento, e como tal poderão ser disponibilizados junto ao artigo publicado, posteriormente.

Em caso de ações extensionistas e relatos de experiência, é fundamental descrever a equipe executora: servidores docentes, técnicos, estudantes, cursos, áreas de conhecimento, e forma com que os estudantes participaram do projeto, se for o caso. É interesse da RBEU testemunhar a forma com que as Instituições de Ensino Superior se relacionam com a comunidade não-acadêmica, e sua contribuição para o desenvolvimento da universidade, em especial de seus estudantes.  

Resultados

Em casos de Relato de Experiência, muitas vezes os Resultados são confundidos com a Metodologia. A descrição geral dos procedimentos deve estar na Metodologia, e como ocorreu a experiência deve estar em Resultados, incluindo a descrição quali-quantitativa do público envolvido, a duração das ações, o local, as instituições parceiras e sua contribuição, e o envolvimento efetivo dos estudantes universitários, se for o caso. Ainda, recomenda-se uma descrição das dificuldades eventuais observadas na execução do projeto, de maneira a guiar experiências futuras.

Figuras e Tabelas (ou Quadros) são encorajados, mas devem ser usados apenas quando realmente ilustram algo importante. Figuras decorativas não são adequadas. Todas as Figuras devem ser citadas ao longo do texto, em ordem e antes de seu aparecimento.

Discussão

A Discussão deve partir do que foi obtido no estudo ou na experiência. Não deve retomar simplesmente a Introdução, com novas referências bibliográficas e embasamentos teóricos. Deve destacar os impactos, dificuldades e limitações da ação ou da pesquisa, de forma crítica. É muito importante fazer referência a experiências similares, tanto no Brasil como em outros países, comparáveis àquelas descrita no artigo, de forma a destacar o que a experiência relatada acrescenta ao conhecimento extensionista, ou ao conhecimento em geral. Embora multidisciplinar, a RBEU tem como enfoque central a extensão universitária enquanto atividade educativa, dialógica e transformadora. Portanto, a Discussão deve abranger este enfoque. Por outro lado, cumpre destacar que a RBEU não se propõe a ser meramente um arquivo público de relatórios de projetos de extensão universitária.

Evitar uma Discussão ‘ping-pong’, ao unir Resultados e Discussão em uma só seção: uma fração de resultados, uma comparação com a literatura, outra fração de resultados, outra comparação com literatura, e assim por diante. Ao invés disso, destacar, na Discussão, os Resultados mais importantes, e comentar sua relevância, invocando as referências bibliográficas quando necessário.

Conclusões ou Considerações Finais

Esta seção deve trazer o que de mais importante se obteve como legado da experiência ou da pesquisa. Deve se ater apenas ao que pode ser concluído a partir do trabalho em si, evitando divagações especulativas para além deste. Por outro lado, convém evitar repetição de texto das seções anteriores. Evitar acrescentar informações novas ou citações bibliográficas complementares às demais seções.

Referências bibliográficas

A RBEU tem como expectativa referências bibliográficas de alta qualidade acadêmica. Evitar fontes noticiosas, blogs, páginas pessoais, entre outros. Artigos devem ser a fonte principal, além de livros, coletâneas e capítulos de livros. Pelo menos 25% das referências bibliográficas devem ser artigos em periódicos revisados por pares e dos últimos cinco anos. Relatórios e Censos também podem ser citados, e devidamente referenciados, com todas as informações bibliográficas.

Todas as referências devem conter todas as informações bibliográficas: autor(es), ano, local e editora (em caso de livros), volume, número e número de páginas ou número (código) do artigo. Nome dos periódicos por extenso, nunca abreviados. Ver exemplos nas Diretrizes (acima) e nos artigos publicados no volume corrente.

Muitas vezes, o uso de instrumentos automáticos como o Google Acadêmico não é suficiente para fornecer estas informações, e é responsabilidade dos autores buscá-las e acrescentar, se for necessário.

Verificar se todas as referências listadas ao final estão citadas ao longo do texto, e vice-versa.

Política de Privacidade

Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.