SETOR PÚBLICO NÃO-ESTATAL: (DES) CAMINHOS DO CONTROLE SOCIAL E DA EQUIDADE NO ACESSO AOS SERVIÇOS DAS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS DE SAÚDE

Autores

  • Karen Santana de Almeida Universidade de Brasília - UnB

DOI:

https://doi.org/10.36661/2358-0399.2006v4i2.966

Palavras-chave:

controle social, equidade, organizações sociais

Resumo

O controle social, ou democracia direta, refere-se ao acesso à informação e à participação da sociedade civil, organizada ou não, na gestão, implementação de ações e fiscalização das organizações públicas e privadas. O exercício do controle social é um importante instrumento para evitar desvios e impropriedades na execução do gasto público. Com o advento das Organizações Sociais (publicização), nos anos 90, houve um esforço para garantir a consolidação e a ampliação dos espaços de controle social nessas instituições, espaços esses, contudo, não muito eficazes. À luz dessa discussão teórica analisa-se aqui a experiência de uma organização social de saúde, a Associação das Pioneiras Sociais APS) - Hospital Sarah Kubtscheque -, enfatizando-se a efetividade do exercício do controle social em seu conselho de administração. A metodologia baseou-se na análise qualitativa de dados obtidos em entrevistas e em documentos oficiais.

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Publicado

01-12-2006

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

DE ALMEIDA, Karen Santana. SETOR PÚBLICO NÃO-ESTATAL: (DES) CAMINHOS DO CONTROLE SOCIAL E DA EQUIDADE NO ACESSO AOS SERVIÇOS DAS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS DE SAÚDE. Revista Brasileira de Extensão Universitária, Brasil, v. 4, n. 2, p. 49–57, 2006. DOI: 10.36661/2358-0399.2006v4i2.966. Disponível em: https://periodicos.uffs.edu.br/index.php/RBEU/article/view/966. Acesso em: 29 mar. 2025.