Unidades de Conservação como espaços para o Ensino de Ciências: uma análise do Serrote Quinamuiú, Ceará
DOI:
https://doi.org/10.36661/2595-4520.2026v9n1.15233Palavras-chave:
Prática investigativa, Aula de campo , Monumento naturalResumo
O uso de espaços não formais de ensino é uma alternativa para tornar o ensino mais atrativo e contextualizado com a realidade local dos estudantes. Este estudo teve como objetivo avaliar o potencial de utilização da Unidade de Conservação Monumento Natural Serrote Quinamuiú, em Tauá, Ceará, em aulas de Ciências da Natureza. A coleta de dados foi realizada por meio de visitas de campo, anotações em caderno de campo e registros fotográficos. Os resultados indicam que a Unidade de Conservação apresenta significativo potencial educativo. O percurso da trilha pode ser dividido em três pontos principais, cada um com diferentes possibilidades de exploração pedagógica e distintos graus de dificuldade de acesso. Temáticas como Botânica, Zoologia, Ecologia, Solos, Relevo e Educação Ambiental podem ser desenvolvidas nesse espaço, em consonância com o que é previsto pela Base Nacional Comum Curricular. Além disso, a utilização de unidades de conservação para fins educativos contribui para a valorização desses ambientes e para a conservação da biodiversidade. Recomenda-se a realização de atividades que promovam estudos de conservação local, especialmente aquelas voltadas à manutenção da fauna e da flora.
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