Análise cienciometrica de metodologias ativas no ensino de viroses na educação básica
DOI:
https://doi.org/10.36661/2595-4520.2026v9n1.14993Palavras-chave:
Ensino de ciências, Revisão Sistemática, VirologiaResumo
O ensino de viroses é de suma importância para o desenvolvimento do aluno na educação básica, mas são necessárias formas de chamar a atenção e tornar o aluno mais importante no processo de ensino-aprendizagem. Este trabalho teve como objetivo realizar uma revisão sistemática da literatura, utilizando a metodologia de análise cienciométrica, com o intuito de compreender o estado-da-arte em relação ao uso de metodologias ativas no ensino de viroses, na educação básica. Foi utilizado a plataforma Google Scholar como ferramenta de busca e os termos: “metodologia ativa” AND “vírus”, para se obter um conjunto de trabalhos publicados. As publicações selecionadas foram entre 2013 e 2023, abrangendo uma década, e contabilizaram 120 documentos, sendo que mais de 50% eram trabalhos acadêmicos. Foram encontrados 4 agrupamentos de viroses, sendo: ISTs (39 publicações), viroses gerais (43), arboviroses (27) e coronavírus (11). Os anos com maior número de publicação foram 2019 e 2022, e a região sudeste se mostrou mais presente entre os estados brasileiros publicando sobre o tema. Metodologias bem consolidadas, como: ensino por investigação, dinâmicas em círculo e oficinas apareceram durante todo o conjunto de dados. Entretanto, a gamificação foi a metodologia mais empregada, especialmente nos anos atuais e na época de ensino remoto. Assim, esse trabalho conseguiu gerar um panorama geral em relação as publicações sobre metodologias ativas no ensino de viroses, e mostra que, por mais que essas metodologias estejam sendo estimuladas, a divulgação científica em relação a elas ainda se faz altamente necessária.
Downloads
Referências
ARAÚJO, I.; CARVALHO, A. A. GAMIFICAÇÃO NO ENSINO: casos bem-sucedidos. Revista Observatório, v. 4, n. 4, p. 246–283, 2018.
BARRETO, V. P.; INÁCIO, J. DE O.; SILVA, B. C. O. DA; et al. Estratégia de educação por pares na prevenção de HIV/AIDS entre adolescentes. Saúde e Pesquisa, v. 13, n. 2, p. 253–263, 2020.
BATISTA, J. F. C.; OLIVEIRA, M. R.; PEREIRA, D. L. M.; et al. Spatial distribution and temporal trends of AIDS in Brazil and regions between 2005 and 2020. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 26, n. 1, p. 1–8, 2023.
BRASIL, M. DA S. Monitoramento dos casos de arboviroses até a semana epidemiológica 52 de 2022. Ministério da Saúde, v. 1, n. 1, p. 1–13, 2022. Disponível em: . .
BRASIL; SAÚDE, M. DA; SAÚDE, S. DE V. EM. Óbito Por Arboviroses, 2008 a 2019. Boletins epidemiológicos: Secretaria de Vigilância em Saúde, v. 51, n. 33, p. 1–28, 2020.
BRASIL. Boletim Epidemiológico 9: COE Coronavírus – 11 de abril de 2020. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, 2020.
BRASIL. Boletim Epidemiológico: Emergência epidemiológica de febre amarela no Brasil, no período de dezembro de 2016 a julho de 2017.Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, v. 48, n. 28, 2017.
BRASIL. Boletim Epidemiológico: Emergência epidemiológica de febre amarela no Brasil, no período de dezembro de 2016 a julho de 2017.Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, v. 48, n. 28, 2017.
BRASIL. Boletim Epidemiológico: Hepatites viris 2020 .Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, 2020.
BRASIL. Boletim Epidemiológico: Hepatites viris 2020 .Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, 2020.
BRASIL. Boletim Epidemiológico: Monitoramento dos casos de dengue, febre de chikungunya e doença aguda pelo vírus Zika até a Semana Epidemiológica 52 de 2018.Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, v. 50, 2019.
BRASIL. Boletim Epidemiológico: Monitoramento dos casos de dengue, febre de chikungunya e doença aguda pelo vírus Zika até a Semana Epidemiológica 52 de 2018.Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, v. 50, 2019.
BRASIL. Boletim Epidemiológico: Monitoramento dos casos de dengue, febre de chikungunya e febre pelo vírus Zika até a Semana Epidemiológica 52, 2016. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, v. 48, n. 3, 2017.
BRASIL. Boletim Epidemiológico: Monitoramento dos casos de dengue, febre de chikungunya e doença aguda pelo vírus Zika até a Semana Epidemiológica 52 de 2018.Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, v. 50, 2019.
BRASIL. Boletim Epidemiológico: Monitoramento dos casos de dengue, febre de chikungunya e doença aguda pelo vírus Zika até a Semana Epidemiológica 52 de 2018.Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, v. 50, 2019.
BRASIL. Boletim Epidemiológico: Monitoramento dos casos de dengue, febre de chikungunya e febre pelo vírus Zika até a Semana Epidemiológica 52, 2016. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, v. 48, n. 3, 2017.
BRASIL. Boletim Epidemiológico: Volume 51. Nº 01. Jan. 2020. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, 2020.
BRASIL. Boletim Epidemiológico: Volume 51. Nº 09. Mar. 2020. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, 2020.
BRASIL. Boletim Epidemiológico: Volume 51. Nº 15. Abr. 2020. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, 2020.
BRASIL. Dengue diagnóstico e manejo clínico criança. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. 1-56 p. 2016.
BRASIL. Febre amarela: Ministério da Saúde atualiza casos no país. Brasília:
Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. 2018. Disponível em: Disponível em: http://portalms.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/42857- febre-amarela-ministerio-da-saude-atualiza-casos-no-pais-4. Acesso em março de 2020.
BRASIL. Manejo Clínico Chikungunya. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. 2017
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: 3º e 4º ciclos: apresentação de temas transversais. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE - Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de Vigilância Epidemiológica, 2009. Disponível em: http://portalsaude.saude.gov.br/images/p df/2014/janeiro/23/gve-7ed-webatual.pdf. Acesso em: 14 de junho de 2020.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Monitoramento dos casos de dengue, febre de chikungunya e febre pelo vírus Zika até a Semana Epidemiológica 45. Boletim Epidemiológico, v. 46, n. 36, 2015.
BRASIL. Situação do Sarampo no Brasil – 2018. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, n. 34, 2019.
BRASIL. Situação do Sarampo no Brasil – 2018. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, n. 34, 2019.
BRASIL. Situação do Sarampo no Brasil – 2018-2019. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, n. 37, 2019.
BRASIL. Situação do Sarampo no Brasil – 2018-2019. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, n. 37, 2019.
BRITO SILVA, J. M.; DE MIRANDA CERQUEIRA, L. L. Plataformayoutube® Como Ferramenta Para O Ensino De Biologia. REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, v. 8, n. 2, p. 774–792, 2020.
CAMPOS, G. M.; CARVALHO, D. S. DE; SANTOS, C. M. DOS; TEIXEIRA, C. Gamificação No Ensino Remoto. Revista Nova Paideia - Revista Interdisciplinar em Educação e Pesquisa, v. 4, n. 1, p. 54–64, 2022.
COSTA, C. E. DA S.; SABOIA, R. C.; MENEZES, C. P. DA S. R.; MAGALHÃES, G. M. DA S.; PEREIRA, M. S. Aplicabilidade Da Gamificação Em Sala De Aula Em Períodos De Pandemia / Applicability of Gammification in the Classroom During Pandemic Periods. Brazilian Journal of Development, v. 6, n. 10, p. 79789–79802, 2020.
EPIFANIO, V.; FERREIRA, M. Teste de alfabetização científica : proposta de um game educacional cuja finalidade é detectar um imunizante para combater a COVID-19. , p. 1–8, 2023.
FERREIRA, F. A.; VAILLANT, V. S.; MANIERO, V. C.; SANTOS, L. M.; VASCONCELOS, R. F. R. R. O jogo “caça mosquito” como material didático para ensinar a combater a dengue, zika e chikungunya nas escolas. Revista SBEnBIO, v. 1, n. 9. p. 7400- 7409, 2016.
GOMES C. M., HORTA N.C. Promoção da saúde de adolescentes em âmbito escolar. Rev APS. 13(4): 486-499. 2010.
GOUVÊA, L. A. V. N. Educação para Saúde na Legislação Educacional no Brasil. In: III SEMINÁRIO NACIONAL: ESTADO E POLÍTICAS SOCIAIS NO BRASIL. Anais... Cascavel: Universidade Estadual do Oeste do Paraná, 2003.
HERNÁNDEZ J. Estrategia escuelas promotoras de la salud en instituciones de básica primaria de Bucaramanga. Revista de la Universidad Industrial de Santander. v. 39, n. 3 p.143-151. 2007.
HENARES DE MELO, M. C.; CRUZ, G. D. C. Roda de Conversa: uma proposta metodológica para a construção de um espaço de diálogo no Ensino Médio. Imagens da Educação, v. 4, n. 2, p. 31, 2014.
JESUS, R. F., GARCIA, R. N. Abordagem de temas referentes à saúde no ensino de biologia: a perspectiva de professores da área e em documentos escolares. Revista Eletrônica Científica Ensino Interdisciplinar Mossoró, v. 4, n. 12, Novembro/2018
JESUS, R. F.; SAWITZKI, R. L. Formação de professoras unidocentes e o tema transversal saúde: possibilidades e apontamentos. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, v. 16, n. 2, p. 341-361, 2017.
LEGEY, A. P. et al. Desenvolvimento de Jogos Educativos Como Ferramenta Didática: Um Olhar Voltado Para à Formação de Futuros Docentes de Ciências. Revista de Educação em Ciências e Tecnologia, v. 3, n. 3, p. 49-82; Rio de Janeiro, 2012.
LOVATO, F. L.; MICHELOTTI, A.; DA SILVA, C. B.; DA SILVA LORETTO, E. L. Metodologias ativas de aprendizagem: Uma Breve Revisão | Active learning methodologies: A brief review. Acta Scientiae, v. 20, n. 2, p. 154–171, 2018.
MACÊDO, C. F. História em Quadrinhos como ferramenta para projetos no Ensino Superior. 20 Olhares sobre a Educação na Pandemia em 2020, p. 53–59, 2021.
MARQUES, D. R. S. A UTILIZAÇÃO DO CORDEL COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA PARA O ENSINO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS, 2021. Universidade Estadual da Paraíb.
MARTIN, P. D. S.; GONÇALVES, S. L.; GOULARTE, P. D. S.; et al. História e Epidemiologia da COVID-19. Revista ULAKES Journal of Medicine, v. 1, p. 11–22, 2020.
NASCIMENTO, J. L. DO; FEITOSA, R. A. Metodologias ativas, com foco nos processos de ensino e aprendizagem. Research, Society and Development, v. 9, n. 9, p. e622997551, 2020.
NASCIMENTO, J. M. T. DE S.; LIMA, N. DE J. F.; LIMA, C. D.; et al. Quiz: Um jogo on-line como ferramenta no ensino remoto de Biologia. Research, Society and Development, v. 11, n. 15, p. e116111536706, 2022.
PAULINO, W. R. Biologia Paulino. [S. l.]: Ática, 2000. 320 p.
PAIVA, M. R. F.; PARENTE, J. R. F.; BRANDÃO, I. R.; QUEIROZ, A. H. B. Metodologias Ativas De Ensino-Aprendizagem: Revisão Integrativa Active Teaching-Learning Methodologies: Integrative Review Metodologías Activas De Enseñanza-Aprendizaje: Revisión Integradora. Sanare, v. 15, n. 02, p. 145–153, 2016.
RESENDE, J. V. M.; LIMA DA SILVA, J. L.; MEIRELLES, I. B.; CARVALHO, R. N. G. DE; LIMA, F. R. PREV-IST- APLICATIVO SOBRE PREVENÇÃO DE INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS PARA ADOLESCENTES: RELATO DE EXPERIÊNCIA. RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar - ISSN 2675-6218, v. 3, n. 10, p. e3101970, 2022. Disponível em: <https://recima21.com.br/index.php/recima21/article/view/1970>. .
RIVIERY, D.; COSTA, S.; GUIMARÃES, M. C.; et al. Uso de metodologias ativas em práticas educativas em saúde com adolescentes em situação de acolhimento institucional: relato de experiência. , v. 9, p. 298–327, 2019.
SILVA, M. L. L. DOS S.; PEREIRA, B. M. DE C.; BASTOS, S. N. M. A. N.; et al. Prevenção contra a COVID-19 em escolas do município de Parnaíba-PI: um relato de experiência sobre educação em saúde. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 15, n. 1, p. e9532, 2022.
SIMPLÍCIO, P R G. Infecções virais na educação de jovens e adultos: saberes emergentes das representações sociais. 2019. Trabalho de conclusão de curso (Dissertação de Mestrado) - Universidade Federal de Alagoas, Maceió - AL, 2019.
SOARES, A. F. Pesquisa-Ação sobre educação sexual e temas associados entre jovens adolescentes Action-Research on sex education and associated issues among young adolescents Investigación para la acción sobre educación sexual y temas asociados entre jóvenes adolescentes. , v. 2022, p. 1–13, 2022.
THOMÉ, V. C.; MAZZEI, V. S. R.; DA SILVA, C. M. A.; TOTTI, M. E. Educação e Sexualidade na Escola: desafios, avanços, retrocessos, re-emergência e o “novo normal”. Revista de Extensão UENF, v. 05, n. 2, 2020.
ZOMPERO, A. F. Concepções de alunos do ensino fundamental sobre microorganismos em aspectos que envolvem saúde: implicações para o ensino aprendizagem. In: Experiências em Ensino de Ciências. V. 4, n. 3, p. 31-42. Porto Alegre: 2009.
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Gustavo Emygdio Halfen, Alex Batista Trentin, Maria Luiza Kossar, Deborah Catharine de Assis Leite

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.














