UTILIZAÇÃO DE PÓ DE BASALTO E URINA DE VACA NA INDUÇÃO DE MECANISMOS DE DEFESA E NA PROTEÇÃO DE TOMATEIRO À PHYTOPHTHORA INFESTANS

  • Jovana da Rosa Lopes Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Gabriela Silva Moura Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Ivan Oliveira
  • Gilmar Franzener Universidade Federal da Fronteira Sul

Resumo

A cultura do tomateiro (Solanum lycopersicum L.) é uma hortaliça de grande importância, mas muito afetada por doenças.O objetivo foi avaliar o efeito de diferentes concentrações de urina de vaca e pós de basalto na indução de mecanismos de defesa, na severidade de doenças, e na inibição de fitopatógenos.Em laboratório foi realizada a avaliação do crescimento micelial com  a Septoria lycopersici, a urina de vaca  incorporada em meio de cultura BDA nas concentrações de 0, 1, 2, 3, 4, 5 e 6%,  após 4 dias de incubação foi avaliado o diâmetro das colônias. Também foi conduzido bioensaio, em placa de Elisa, para avaliação da porcentagem de germinação de esporos.Em casa de vegetação foi conduzido experimento, foram avaliadas as concentrações de 0, 1, 3 e 6% de urina de vaca. O pó de basalto foi utilizado na proporção de 0 e 10 ton ha-1. Após 72 horas da segunda aplicação foram coletadas amostras foliares de 0,5g para determinação de atividade enzimática de peroxidases, polifenoloxidases e fenilalanina amônia-liase. A urina de vaca promoveu aumento na atividade de peroxidases e fenilalanina amônia-liase e também inibiu o crescimento e a germinação de Septoria lycopersici. O pó de basalto não promoveu diferenças nas variáveis analisadas.

Biografia do Autor

Gabriela Silva Moura, Universidade Federal da Fronteira Sul
A cultura do tomateiro (Solanum lycopersicum L.) é uma hortaliça de grande importância, mas muito afetada por doenças.O objetivo foi avaliar o efeito de diferentes concentrações de urina de vaca e pós de basalto na indução de mecanismos de defesa, na severidade de doenças, e na inibição de fitopatógenos.Em laboratório foi realizada a avaliação do crescimento micelial com  a Septoria lycopersici, a urina de vaca  incorporada em meio de cultura BDA nas concentrações de 0, 1, 2, 3, 4, 5 e 6%,  após 4 dias de incubação foi avaliado o diâmetro das colônias. Também foi conduzido bioensaio, em placa de Elisa, para avaliação da porcentagem de germinação de esporos.Em casa de vegetação foi conduzido experimento, foram avaliadas as concentrações de 0, 1, 3 e 6% de urina de vaca. O pó de basalto foi utilizado na proporção de 0 e 10 ton ha-1. Após 72 horas da segunda aplicação foram coletadas amostras foliares de 0,5g para determinação de atividade enzimática de peroxidases, polifenoloxidases e fenilalanina amônia-liase. A urina de vaca promoveu aumento na atividade de peroxidases e fenilalanina amônia-liase e também inibiu o crescimento e a germinação de Septoria lycopersici. O pó de basalto não promoveu diferenças nas variáveis analisadas.
Ivan Oliveira
A cultura do tomateiro (Solanum lycopersicum L.) é uma hortaliça de grande importância, mas muito afetada por doenças.O objetivo foi avaliar o efeito de diferentes concentrações de urina de vaca e pós de basalto na indução de mecanismos de defesa, na severidade de doenças, e na inibição de fitopatógenos.Em laboratório foi realizada a avaliação do crescimento micelial com  a Septoria lycopersici, a urina de vaca  incorporada em meio de cultura BDA nas concentrações de 0, 1, 2, 3, 4, 5 e 6%,  após 4 dias de incubação foi avaliado o diâmetro das colônias. Também foi conduzido bioensaio, em placa de Elisa, para avaliação da porcentagem de germinação de esporos.Em casa de vegetação foi conduzido experimento, foram avaliadas as concentrações de 0, 1, 3 e 6% de urina de vaca. O pó de basalto foi utilizado na proporção de 0 e 10 ton ha-1. Após 72 horas da segunda aplicação foram coletadas amostras foliares de 0,5g para determinação de atividade enzimática de peroxidases, polifenoloxidases e fenilalanina amônia-liase. A urina de vaca promoveu aumento na atividade de peroxidases e fenilalanina amônia-liase e também inibiu o crescimento e a germinação de Septoria lycopersici. O pó de basalto não promoveu diferenças nas variáveis analisadas.
Gilmar Franzener, Universidade Federal da Fronteira Sul
A cultura do tomateiro (Solanum lycopersicum L.) é uma hortaliça de grande importância, mas muito afetada por doenças.O objetivo foi avaliar o efeito de diferentes concentrações de urina de vaca e pós de basalto na indução de mecanismos de defesa, na severidade de doenças, e na inibição de fitopatógenos.Em laboratório foi realizada a avaliação do crescimento micelial com  a Septoria lycopersici, a urina de vaca  incorporada em meio de cultura BDA nas concentrações de 0, 1, 2, 3, 4, 5 e 6%,  após 4 dias de incubação foi avaliado o diâmetro das colônias. Também foi conduzido bioensaio, em placa de Elisa, para avaliação da porcentagem de germinação de esporos.Em casa de vegetação foi conduzido experimento, foram avaliadas as concentrações de 0, 1, 3 e 6% de urina de vaca. O pó de basalto foi utilizado na proporção de 0 e 10 ton ha-1. Após 72 horas da segunda aplicação foram coletadas amostras foliares de 0,5g para determinação de atividade enzimática de peroxidases, polifenoloxidases e fenilalanina amônia-liase. A urina de vaca promoveu aumento na atividade de peroxidases e fenilalanina amônia-liase e também inibiu o crescimento e a germinação de Septoria lycopersici. O pó de basalto não promoveu diferenças nas variáveis analisadas.
Publicado
14-09-2018
Como Citar
LOPES, Jovana da Rosa et al. UTILIZAÇÃO DE PÓ DE BASALTO E URINA DE VACA NA INDUÇÃO DE MECANISMOS DE DEFESA E NA PROTEÇÃO DE TOMATEIRO À PHYTOPHTHORA INFESTANS. JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA, [S.l.], v. 1, n. 8, set. 2018. ISSN 2526-205X. Disponível em: <https://periodicos.uffs.edu.br/index.php/JORNADA/article/view/8661>. Acesso em: 16 jan. 2019.