Educação patrimonial nas escolas brasileiras

diretrizes da Portaria nº 137 e inventários participativos

Autores

  • João Clemente de Souza Neto Universidade Presbiteriana Mackenzie
  • Juliana Cavalcanti de Jesus Universidade Presbiteriana Mackenzie https://orcid.org/0009-0004-5148-7434

DOI:

https://doi.org/10.36661/2238-9717.2026n48.15466

Palavras-chave:

educação patrimonial, inventário participativo, Nova Pedagogia do Patrimônio

Resumo

Este trabalho analisa a educação patrimonial em contexto escolar a partir de uma concepção crítica e compreende o patrimônio cultural como uma prática social atravessada por disputas de memória, identidade e poder. Fundamentado nas contribuições de Smith (2021) e Scifoni (2022), o estudo problematiza o Discurso Autorizado de Patrimônio e discute as transformações conceituais das políticas patrimoniais brasileiras, com destaque para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Sendo assim, a Portaria nº 137 (Brasil, 2016) e a metodologia dos inventários participativos são abordadas como elementos centrais da Nova Pedagogia do Patrimônio ao promoverem práticas educativas democráticas e inclusivas. Por fim, destacamos a escola como um espaço estratégico para a implementação da educação patrimonial ao articular currículo, território e participação social.

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Publicado

21-10-2026

Como Citar

SOUZA NETO, João Clemente de; JESUS, Juliana Cavalcanti de. Educação patrimonial nas escolas brasileiras: diretrizes da Portaria nº 137 e inventários participativos. Fronteiras: Revista Catarinense de História, Brasil, n. 48, p. 222–243, 2026. DOI: 10.36661/2238-9717.2026n48.15466. Disponível em: https://periodicos.uffs.edu.br/index.php/FRCH/article/view/15466. Acesso em: 23 out. 2026.