Educação patrimonial nas escolas brasileiras
diretrizes da Portaria nº 137 e inventários participativos
DOI:
https://doi.org/10.36661/2238-9717.2026n48.15466Palavras-chave:
educação patrimonial, inventário participativo, Nova Pedagogia do PatrimônioResumo
Este trabalho analisa a educação patrimonial em contexto escolar a partir de uma concepção crítica e compreende o patrimônio cultural como uma prática social atravessada por disputas de memória, identidade e poder. Fundamentado nas contribuições de Smith (2021) e Scifoni (2022), o estudo problematiza o Discurso Autorizado de Patrimônio e discute as transformações conceituais das políticas patrimoniais brasileiras, com destaque para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Sendo assim, a Portaria nº 137 (Brasil, 2016) e a metodologia dos inventários participativos são abordadas como elementos centrais da Nova Pedagogia do Patrimônio ao promoverem práticas educativas democráticas e inclusivas. Por fim, destacamos a escola como um espaço estratégico para a implementação da educação patrimonial ao articular currículo, território e participação social.
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