Memória LGBTI+ como prática de resistência

contribuições teóricas para pensar o patrimônio histórico e o espaço urbano

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36661/2238-9717.2026n48.15465

Palavras-chave:

Memória LGBTI+, Patrimônio cultural, Saberes dissidentes

Resumo

“A memória é uma arma”. Partindo dessa ideia de Ailton Krenak, este artigo convida a refletir sobre a memória LGBTI+, ao tomá-la como prática de resistência e “campo de lutas”. Fundamentados em uma perspectiva pós-estruturalista de inspiração foucaultiana, defendemos que as lacunas referentes ao reconhecimento das práticas culturais e produções espaciais associadas às existências LGBTI+ são historicamente construídas e sistematicamente mantidas. Consequentemente, a memória opera como um meio essencial de elaboração, salvaguarda e transmissão de saberes para a comunidade. Sendo assim, apresentamos uma discussão bibliográfica e ensaística que propõe um deslocamento na forma de compreender o patrimônio histórico e o espaço urbano a partir dos tensionamentos provocados pela memória LGBTI+.

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Biografia do Autor

  • Anderson Ferrari, Universidade Federal de Juiz de Fora

    Doutor em Educação. Professor da Universidade Federal de Juiz de Juiz de Fora (UFJF).

  • Leonardo Civale, Universidade Federal de Viçosa

    Doutor em Geografia. Professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

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Publicado

21-10-2026

Como Citar

SOARES JÚNIOR, Wellington Araújo; FERRARI, Anderson; CIVALE, Leonardo. Memória LGBTI+ como prática de resistência: contribuições teóricas para pensar o patrimônio histórico e o espaço urbano. Fronteiras: Revista Catarinense de História, Brasil, n. 48, p. 09–28, 2026. DOI: 10.36661/2238-9717.2026n48.15465. Disponível em: https://periodicos.uffs.edu.br/index.php/FRCH/article/view/15465. Acesso em: 22 out. 2026.